existe apenas uma ponte sobre o rio seco. mas foram duas nos tempos de águas correntes. pontes não duram. e a água, um recurso finito, evapora rapidamente. ainda tenho sede de ti, amor.
“Quem disse que seria fácil? Sentar aqui e falar de você. Quem disse que seria sem dor? Abrir, reviver e entender. Quem disse que seria simples? Concluir que acabou. Quem disse que seria certo? Sabemos do começo, mas é impossível prever o fim. Quem disse que não seria profundo? Somente se você não se entregasse por inteiro. Desvendar cada recanto da alma Uma conquista De poucos.” (Paulinha – 14 de agosto de 2019)
o dia não acabou e as cartas se acumulam, empilhadas sobre a escrivaninha. no escuro, com a vista cansada, luto contra a dor de dedos estressados. é o seu nome que aos milhares inundam minha imaginação, mesmo eu não sabendo mais quem você seja.
“Se eu tivesse a resposta Não lhe perguntaria. Se eu tivesse percebido Não tinha caído de tão alto. Se eu soubesse que seria assim. Não teria atravessado a sua porta. Se pudesse prever que seria tão rápido Não teria recebido sua chave. Se eu pudesse Não teria me apaixonado.” (Paulinha - 12 de julho de 2019)